23 de novembro de 2010

Marroquim apóia grupo Crack nem Pensar.

A Marroquim também se preocupa com um fator que vem aumentando de forma discriminada a violência no Brasil, as DROGAS. Com isso, tomamos a iniciativa de apoiar um grupo que vem atuando de forma coesa em todo o estado, o CRACK NEM PENSAR. Grupo este que trabalha dia e noite retirando jovens e adultos do mundo das drogas, incentivando-os a ingressar em clínicas de recuperação e posteriormente encaminhando estes de volta a sociedade. No mês de Setembro de 2010, foi realizado um evento na Porteira dos Gregórios (Antigo Lindóia), onde tivemos a participação de famílias das vítimas deste mal que assola muitos em todo o mundo, bandas locais se apresentaram de forma gratuita e nós da Marroquim estivemos presentes com uma palestra sobre a construção civil. Onde hoje estamos oferecendo vagas de emprego para ex-usuários que passaram por todo tratamento e que tenham sido liberados pelo grupo para ingressar ao mercado. Abaixo você pode conhecer mais um pouco sobre o grupo. Para ampliar a rede de parcerias e as ações contra uma das principais chagas sociais, sete entidades públicas e privadas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina lançam hoje o Instituto Crack Nem Pensar. É reforço na mobilização contra a epidemia, que já contabiliza benefícios medidos não só em número de apreensões, mas também na queda na criminalidade O combate à droga que se tornou um flagelo social ganha nova ofensiva a partir de hoje, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, com a criação do Instituto Crack Nem Pensar. Formada por sete entidades públicas e privadas dos dois Estados, a organização irá produzir conhecimento, ampliar a rede de parcerias e fomentar ações qualificadas contra o crack. A solenidade de assinatura do protocolo de cooperação será às 11h de hoje, no Salão Nobre do Grupo RBS, em Porto Alegre, com a presença dos parceiros. O instituto reforçará a campanha Crack, Nem Pensar, que vem sendo promovida desde maio de 2009 pela RBS, mobilizando gaúchos e catarinenses. Com sede inicial em Porto Alegre, o instituto é fundado no momento de maior repressão policial e de conscientização das pessoas sobre os malefícios do crack. Números da Secretaria da Segurança Pública e das polícias expõem que a prisão de traficantes e as apreensões da droga sobem pelo menos 15% no ano. São quase 4,3 mil pedras retiradas de circulação, na média diária, por Brigada Militar e Polícia Civil. Um dos reflexos positivos é a queda nos índices de criminalidade. Os casos de roubo de veículos, por exemplo, despencaram 18% nos primeiros 10 meses de 2010. O Instituto Crack Nem Pensar será uma organização de direito privado, sem fins lucrativos. Nasce para gerar conhecimento sobre o tema, treinar agentes sociais no enfrentamento à droga, articular redes de atuação e subsidiar políticas públicas. A gerência, a estrutura e o modelo de operação serão detalhados em breve. Será um desdobramento da campanha Crack, Nem Pensar, cujos objetivos foram superados, na avaliação do presidente do Grupo RBS, Nelson Sirotsky: — A campanha contra o crack alcançou um resultado extraordinário nos dois Estados e agora é uma luta de todos. Estamos muitos satisfeitos em ver que a grande mobilização da sociedade será mantida por meio do Instituto Crack Nem Pensar, uma instituição que nasce para reduzir a carência de informações e treinamento sobre as drogas no país e, tenho certeza, em breve será uma referência nacional para profissionais da área. O Instituto Crack Nem Pensar pretende amplificar o mutirão social. Uma das primeiras medidas será instalar o Observatório sobre o Crack e outras Drogas, um centro de referência que contará com um banco de dados para mapear as práticas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no país. As informações serão centralizadas em um site, com indicadores sobre o assunto.

23 de novembro de 2010

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *